9 de março de 2011

HOMENAGEM AOS BIBLIÓFILOS


LIBRARY from singsfish on Vimeo.

ENQUANTO ISSO, NO BAILÃO DO TIO JOÃO...

"AMERICA IS NOT BROKE!" (MICHAEL MOORE 05/03/2011)



Discurso de Michael Moore em acampamento de cidadãos norte-americanos em Madison, no qual sustenta que o problema não é a falta de dinheiro, mas o aumento da desigualdade social, gerado por um sistema financeiro corrupto e ganancioso.

Cerca de 400 pessoas detém aproximadamente a metade da riqueza do país norte-americando, restando a outra metade para ser dividida em escala ainda muito desigual.

A crise financeira nos EUA é maior e mais devastadora do que a grande mídia transmite. O país está dividido e a população altamente insatisfeita.

Sempre digo que o capitalismo é um sistema autofágico e que dinheiro não gera recursos naturais, não cria comida do nada. Os sintomas da saturação do sistema são sentidos neste momento pelo país mais rico do mundo.

FILME: OS BIOMECANOIDES

Na noite passada lembrei-me de um filme sobre uma grande massa de biomecanoides errantes. Era um filme de ficção que no enredo trazia a história de biomecanoides que funcionavam para cumprir uma busca desesperada por metais para satisfazer suas necessidades básicas e aquelas multiplicadas pela mídia que invadia suas unidades habitacionais. Não havia limitação moral significativa. Para ganhar os metais, valia a máxima do “custe o que custar”.

A posição da massa biomecanoide perante a sua existência era quase catatônica, inconsciente. Opiniões relevantes, inovadoras e originais eram raras. Quando surgiam propostas de mudança de conduta, estas eram prontamente combatidas pelos defensores do sistema operacional vigente, pois a padronização devia ser mantida.

O biomecanoide divergente era então banido, excluído do grupo local. A massa biomecanoide era induzida a dar risadas de sarcasmo como forma de ridicularizar o biomecanoide que ousasse pensar diferente, o que causava receio de novas manifestações.

Os interesses legítimos em relação às questões da vida no planeta, do bem-estar da coletividade biomecanoide iam até o limite do ganho dos metais, afinal essa era a prioridade máxima. Assim eles foram programados.

A programação dos biomecanoides recebia continuamente atualizações para limitá-los cegamente à preocupação com os seus próprios umbigos ou, quando muito, com os umbigos de suas crias.

O sistema operacional dizia ao biomecanoide os sons que ele devia achar belos e elogiar para os demais, os filmes que ele deveria assistir, quais etiquetas de fontes produtoras de acessórios ele deveria exibir para ser bem visto, a forma de exibir a quantidade de metais acumulados, o local em que ele deveria instalar sua unidade habitacional, enfim, uma programação que causava agradável sensação de liberdade e satisfação.

Esse mesmo sistema também determinava ao biomecanoide, que ele não precisaria se importar com os demais que não fossem do seu estreito grupo de convívio, sendo desnecessário agir para ajudar algum “estranho”. Não era antiético ou imoral, virar as costas, fechar a porta da unidade habitacional ou mesmo fugir de algum outro biomecanoide com problemas, pois a responsabilidade era do sistema.

Só que o sistema operacional de dessensibilização, alienação e lobotomização da massa biomecanoide gerou um grave problema, pois acabou por transformá-la numa gigantesca e incontrolável peste inconsciente, com alto poder destrutivo do ambiente e de difícil reprogramação.

Mas não vou contar o final do filme, afinal, não sou um estraga prazeres.

7 de março de 2011

CARNAVAL? FESTA DE QUEM?



O comentário acima casa bem com o artigo do Carlos Heitor Cony publicado na Folha de São Paulo de ontem e que reproduzo parcialmente abaixo.

Fernando Pamplona tinha razão ao pedir uma cota de negros não para as universidades, mas para as escolas de samba do Rio de Janeiro. Nos últimos carnavais, mais da metade dos integrantes eram brancos, alguns deles bronzeados pelo sol deste verão acachapante, outros artificialmente, como a maioria dos destaques.

Pouco a pouco, a fixação do Carnaval num único eixo (o desfile em si), transformou a festa popular, que nasceu espontânea e livre, num episódio da mídia, sujeito às leis do mercado, aos patrocínios. Neste particular, igualando-se às campanhas eleitorais e ao lobby dos produtores de shows, peças e filmes para promover seus espetáculos.

Ano passado, encontrei um carnavalesco e perguntei sobre seu trabalho, o que estava bolando para o desfile de 2011. Ele tinha mil ideias (carnavalescos são pródigos em ideias), mas não se fixara em nenhuma porque nada combinara com os patrocinadores.

Obs. Vi o comentário em vídeo no http://www.poracaso.com/

3 de março de 2011

SOBRE O AUMENTO DO NÚMERO DE VEREADORES EM JARAGUÁ DO SUL

A aprovação, em primeiro turno, do projeto de alteração da Lei Orgânica do Município de Jaraguá do Sul, que aumenta o número de vereadores de 11 para 19 é um fato que causa assombro.

A população e as entidades civis organizadas do município já se manifestaram e são absolutamente contrárias ao aumento que representa sim, consequente majoração de despesas por parte do município com a folha de pagamento dos vereadores, assessores, material de expediente em geral e, até mesmo, alteração na estrutura física do prédio em que funciona a Câmara Municipal.

O argumento de que o aumento do número de vereadores importa na melhoria da qualidade da representação popular, constitui falácia que agride o bom senso e os ouvidos de qualquer cidadão. Em verdade, a qualidade da representação popular na Câmara de Vereadores dá-se pela composição de um quadro que efetivamente saiba legislar e fiscalizar de modo competente os atos do Executivo, não importando se são 11, 15 ou 19 componentes.

Por essa razão, a partir do pronunciamento claro da sociedade, é muito importante lembrar que os vereadores que estão votando a favor do aumento do número de cadeiras na Câmara, agem de forma ilegítima.

Digo isso, porque os vereadores exercem um mandato, ou seja, uma procuração outorgada pelo povo, para representar a sua vontade na Câmara. Ora, se a população e as entidades civis organizadas posicionaram-se contra o aumento do número de vereadores, o mínimo que se esperava destes é que atendessem a vontade dos verdadeiros titulares do poder.

Em outras palavras, o vereador é mandatário, é representante do povo que o elegeu e deve, necessariamente, atender à vontade deste. O titular do poder não é o vereador, mas o povo que o exerce através desse representante.

No momento em que o vereador vota contra a vontade do povo que o elegeu, privilegiando, sobretudo, seu interesse particular de aumentar as chances de reeleger-se no próximo pleito (pois esse é o verdadeiro motivo que o leva a votar a favor do aumento), sua atuação passa a ser ilegítima, violadora do princípio democrático (o poder é do povo) e não pode ser aceita passivamente pela sociedade.

Ainda há tempo para evitar-se a aprovação dessa alteração na Lei Orgânica. Neste momento Jaraguá do Sul não precisa de mais vereadores, mas sim de qualidade no gasto público e eficiência tanto administrativa, quanto legislativa.

ENCONTRO DE CHICO BUARQUE E CAETANO VELOSO EM 1978



O destaque fica para a interpretação de "Tatuagem". O Brasil prestigia muito pouco esse tipo de música que é admirada no resto do mundo.

O padrão cultural brasileiro da década de 2010 não tem possibilitado o sucesso de nada muito além do que Luan Santana, Restart, Parangolé e outros "fenômenos"...

QUE SERIA DE NÓS SEM O SOCORRO DO QUE NÃO EXISTE? (RUBEM ALVES)

No consultório do oftalmologista estava uma gravura com o corte anatômico do olho. Olhando para a gravura, o oftalmologista pensava ciência. Naquela noite ele foi encontrar com sua bem-amada. Olhando apaixonado para os seus olhos e esquecido da gravura, falou como poeta: "Teus olhos, mar profundo…".

No consultório ele jamais falaria assim. Falaria como cientista. Mas os olhos da sua amada o transformaram em poeta. Cada olho vê certo no mundo a que pertence.

O filósofo Ludwig Wittgenstein criou a expressão "jogos de linguagem" para descrever o que fazemos ao falar. As piadas são jogos de palavras cujo objetivo é produzir o riso.

Imagine, entretanto, que um homem, em meio aos risos dos outros, faça a pergunta "Mas isso que você contou aconteceu mesmo?". Aí você olha e pensa: "Coitado! Ele não sabe que nesse jogo não há verdades. Só há coisas engraçadas".

A ciência também é um jogo de palavras. É o jogo da verdade, falar o mundo como ele é. A poesia é outro jogo de palavras. Usar palavras para brincar com os sonhos, porque, no final das contas, os sonhos são a substância de que somos feitos. Como disse Miguel de Unamuno:

"Recuerda, pues, o sueña tú, alma mía.
- la fantasía es tu sustancia eterna -
lo que no fue;
con tus figuraciones hazte fuerte,
que eso es vivir, y lo demás es muerte."

É no mundo encantado de sonhos que nascem as fantasias religiosas. As religiões são sonhos da alma humana. Poemas. O que nunca aconteceu. Não se pode perguntar de um poema se ele aconteceu mesmo…

Jesus se movia em meio às coisas que não existiam e as transformava em parábolas, que são estórias que nunca aconteceram. E não obstante a sua não existência, as parábolas têm o poder de nos fazer ver o que nunca havíamos visto antes. O que não é, o que nunca existiu, o que é sonho e poesia tem poder para mudar o mundo. "Que seria de nós sem o socorro do que não existe?" - perguntava Paul Valéry. Leio os poemas da Criação. Nada me ensinam sobre o início do universo e o nascimento do homem. Sobre isso falam os cientistas. Mas eles me fazem sentir amoravelmente ligado a este mundo maravilhoso em que vivo e que minha vocação é ser seu jardineiro… Dois jeitos de ver, dois mundos…

Aí vieram os burocratas da religião e expulsaram os poetas como hereges. E os poemas passaram a ser interpretados literalmente. E, com isso, o que era belo ficou ridículo. Todo poema interpretado é, literalmente, ridículo. Toda religião que pretenda ter conhecimento científico sobre o mundo é ridícula.

Eu concordaria com o ensino das religiões nas escolas se elas fossem ensinadas da mesma forma como se ensina poesia. Mas tomar os poemas da Criação como teoria científica é confundir as coisas, é olhar para os olhos da amada e ver o corte anatômico do globo ocular. Eu concordaria, se os mestres fossem poetas e não acreditassem…

Fonte: http://www.revistaeducacao.uol.com.br/

FIM DO VISTO PARA ENTRAR NOS EUA?

Como informa o Jornal Folha de São Paulo, o Presidente Barack Obama virá ao Brasil entre os dias 19 e 20 de março, quando poderá anunciar a dispensa do visto para brasileiros.

O critério utilizado é o do índice de rejeição dos vistos. Se a rejeição de vistos recua a níveis inferiores a 5%, o país emissor de turistas para os Estados Unidos entra no chamado Visa Waiver Program, programa que dispensa a necessidade de carimbo no passaporte. A rejeição de vistos para brasileiros já estaria em patamares compatíveis com a dispensa.

A questão é, antes de tudo, econômica: turistas brasileiros (890 mil em 2009) gastaram US$ 4,4 bilhões nos EUA. Por outro lado, No mesmo período, 13 milhões de mexicanos foram aos país e gastaram um total estimado em US$ 8 bilhões.

27 de fevereiro de 2011

RAZÃO E DUALIDADE























Longe de mim desvalorizar o dom divino da razão, esta suprema faculdade humana. Mas como senhora absoluta ela não tem sentido, tal como não tem sentido a luz num mundo em que está ausente seu oposto, a obscuridade. (Jung)

DIVENIRE (LUDOVICO EINAUDI)

AFINAL, PARA QUE SERVE UM CONCURSO PÚBLICO?

Deveria ser para a seleção de agentes públicos com melhor qualificação dentre os interessados, ou seja, uma maneira de escolher pessoas habilitadas a exercer as funções de que o Estado necessita, tal como prevê a Lei 8.666/93.

Todavia, não parece ser esse o entendimento da administração municipal de Colombo (PR) que, em recente concurso público (prova no domingo passado), testou a sorte dos candidatos com questões de múltipla escolha tais como:

a) quantos postos de combustíveis com GNV tem a cidade de Colombo? 1, 2, 3 ou 4.

b) quantos eventos foram promovidos pela entidade beneficente de Colombo durante o ano de 2010? 6,7, 8 ou 9.

c) quantos táxis atendem a população de Colombo? 50, 60, 70 ou 80.

Se é assim, porque já não fazem um bingo valendo as vagas disponíveis no município?

Sim, o cidadão pagaria a inscrição e receberia uma cartela numerada. Daí viria um apresentador anunciando que o próximo prêmio seria uma vaga para fonoaudiólogo. Todos atentos! 25, 32, 56...BINGO!

Fica a dica...

25 de fevereiro de 2011

SERIA CÔMICO, SE NÃO FOSSE TRÁGICO













O deputado federal Tiririca (PR-SP) vai integrar a Comissão de Educação e Cultura da Câmara. A informação foi confirmada pelo líder do partido na Casa, Lincoln Portela (MG).

Foi o próprio Tiririca que pediu para entrar na comissão, por ela tratar da área em que ele atua, a cultura(???).

VENDA DE CRIANÇAS PARA TRÁFICO DE ÓRGÃOS

Crianças e adolescentes de várias cidades da Amazônia são aliciadas e, posteriormente, vendidas a quadrilhas internacionais, inclusive com participação de brasileiros. Seus corpos utilizados no mercado clandestino de retirada de órgãos. “É um comércio criminoso, real”, denuncia a senador Marinor Brito (PSOL-PA).

Em Macapá e Oiapoque, no Amapá, as menores chegam a ser comercializadas por 300 euros por turistas estrangeiros que cruzam a fronteira pela Guiana Francesa. Marinor afirma que, em muitos casos, há agentes do Estado envolvidos nesses negócios, “e por isso não se investiga a fundo”.

O tráfico de pessoas faz cerca de 2,5 milhões de vítimas e movimenta mais de US$ 32 milhões anuais, segundo dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Undoc).

Notícia completa no http://www.noblat.com.br/

ELA...
















Ela me contou que cada dia é uma vida inteira e que somos como o sol que nasce a cada manhã e morre à noite, para ressucitar no próximo dia.

24 de fevereiro de 2011

DEPUTADO FEDERAL ABRE MÃO DE REGALIAS EXAGERADAS

O deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF), que foi, proporcionalmente, o mais bem votado do país, com 266.465 votos, 18,95% dos votos válidos do DF, estreou na Câmara dos Deputados fazendo barulho. De uma tacada só, protocolou vários ofícios na diretoria-geral da Casa.

Abriu mão dos salários extras que os parlamentares recebem (14 e 15 salários), reduziu sua verba de gabinete e o número de assessores a que teria direito, de 25 para apenas 9. E tudo em caráter irrevogável, nem se ele quiser poderá voltar atrás. Além disso, reduziu em mais de 80% a cota interna do gabinete, o chamado cotão. Dos R$ 23,030 mil a que teria direito por mês, diminuiu para apenas R$ 4,6 mil.

Segundo os ofícios, abriu mão também de toda verba indenizatória, de toda cota de passagens aéreas e do auxílio-moradia, tudo, também, em caráter irrevogável.

Fonte: Coluna do Cacau Menezes no Jornal Diário Catarinense.

23 de fevereiro de 2011

VOCÊ SABE COMO FUNCIONAM AS FAZENDAS DE CRIAÇÃO INTENSIVA?



Sim, o conteúdo é muito forte. Há quem possa dizer que não devia ser mostrado ou que se trata de apelação, mas é importante entender de onde vem a salsicha, o hambúrguer e produtos similares.

O que está sendo mostrado é a realidade nua e crua das fazendas de criação intensiva. Já falei aqui sobre o princípio ético fundamental de respeito pela vida, seja ela humana ou não. Pois bem, pra quem quiser entender como as coisas funcionam de verdade, aí está uma amostra.

22 de fevereiro de 2011

SOBRE O VÍCIO EM PETRÓLEO E OUTRAS IMORALIDADES

MANDALA























Segundo a Wikipedia, mandala é uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço-tempo.

ESTADO É OBRIGADO A FORNECER MEDICAMENTO CONTRA DEPRESSÃO

A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça confirmou sentença da comarca de Criciúma, que condenou o Estado de Santa Catarina a fornecer medicamentos antidepressivos a uma paciente carente daquela cidade.

A autora, que sofre de transtorno depressivo recorrente, de leve a moderado, e de transtorno de personalidade emocionalmente instável, recebe benefício previdenciário mensal no valor de R$ 757,87, mas o custo do seu tratamento é de cerca de R$ 900.

O Estado apelou por entender que o Judiciário não pode substituir a Administração na execução de políticas públicas. Argumentou também que a paciente precisa comprovar ter recebido atendimento por parte de médico do SUS ou, pelo menos, apresentar receita assinada por profissional ligado ao Sistema Único de Saúde.

“O medicamento, ainda que não padronizado, deve ser fornecido gratuitamente pelo Estado, se comprovada a necessidade do paciente. […] Além disso, o acesso universal e igualitário à assistência à saúde deve se dar em relação àqueles procedimentos, remédios e tratamentos eleitos pelo Poder Público como indispensáveis, escolhas estas realizadas tendo em vista os problemas de saúde que a população enfrenta e os recursos disponíveis”, afirmou o relator da matéria, desembargador Newton Trisotto. A decisão da câmara foi unânime. (Apelação Cível n. 2010.015616-4).

18 de fevereiro de 2011

CAPINA QUÍMICA EM JARAGUÁ?



Quem caminha pela ciclovia de Jaraguá do Sul pode notar que ao longo da linha férrea a coloração das plantas está amarelada ou preta, dependendo do trecho.

Nós temos lei municipal que proíbe a utilização de veneno como forma de capina, ou seja, a chamada capina química.

Resta saber se foi a Prefeitura Municipal ou a empresa que utiliza a linha férrea que fez a aplicação de veneno.

Vale lembrar que esse veneno contamina os lençóis freáticos e rios da região, mata pássaros (bicos de lacre, canários, coleiras, etc.) e outros pequenos animais, além de prejudicar a qualidade de vida da população.

No ano passado já havia sido feita aplicação de veneno à margem da linha férrea. Vamos reclamar para que não aconteça de novo.

14 de fevereiro de 2011

PROCON FECHA AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL EM FLORIANÓPOLIS



É um exemplo a ser seguido pelos demais PROCONs do Brasil.

EXEMPLO DE SEGURANÇA NO TRANSPORTE PÚBLICO

ENCHENTE EM JARAGUÁ DO SUL PELO TWITTER

Pelo twitter acompanhe as notícias da nova enxurrada através do @transitojgs e através do tag #chuvajaragua.

Mas não basta acompanhar as notícias, nesses momentos sempre surge a necessidade do empenho voluntário para auxiliar a quem precisa. Quem não sabe como ajudar, pode comparecer no Parque Municipal de Eventos, para onde estão sendo levadas as pessoas desalojadas e desabrigadas.

Evite sair de Jaraguá do Sul, principalmente pela SC-416 sentido Pomerode e pela BR-280 sentido Corupá, pois já há registro de queda de barreiras e trânsito interditado.

HAROLD & MAUDE (ENSINA-ME A VIVER)



No Brasil esse filme foi lançado com o título de "Ensina-me a viver". Trata do encontro de um jovem que adora a morte com uma senhora idosa apaixonada pela vida.

Serve para quem gosta de surrealismo, simbolismo e sensibilidade. Argumento, fotografia e trilha sonora casam perfeitamente.

13 de fevereiro de 2011

MENINO DO RIO (BABY CONSUELO)



A composição é do Caetano Veloso, mas a interpretação da Baby Consuelo em 1980 foi excelente.

MANIFESTO DE INDIGNAÇÃO DO DCE UNERJ/PUC-SC

Recebi o texto abaixo do acadêmico Luis Fernando Almeida, Presidente do DCE UNERJ/PUC-SC.

Estamos passando por um momento crítico em Jaraguá do Sul, cidade essa a qual é uma das maiores de Santa Catarina no campo industrial e do comércio, bem como, uma das que mais arrecada impostos.

Porém, o fato o qual nos leva a uma posição crítica, é por não termos um planejamento urbano adequado na medida em que se desenvolve o município. Caso notório, foram as alterações dos sentidos das vias urbanas da cidade, alterações essas que não melhoraram nada, e sim, levaram a transtornos piores do que já tínhamos, pois tiveram vias, que durante dias, ficaram mudando de sentido.

Ocorre que, todos os fatos ocorridos, foram reflexos de um mau projeto realizado. Vai dizer que não?.Será que estavam planejadas as mudanças diárias dos sentidos das vias que ocorreram recentemente?

Outro ponto a ser destacado é a questão das faixas de pedestres, uma vez que as mesmas além de não serem respeitadas pela maioria dos motoristas, estão muito mal localizadas, bem como, a maioria delas apagadas.

Como exemplo, tivemos o acidente, (DESGRAÇA), que ocorreu recentemente com uma criança de apenas três anos de idade, no dia 09/02/2011, na esquina das ruas Pres. Epitácio Pessoa e Mal. Floriano Peixoto, no centro de Jaraguá, devido a uma faixa de pedestres LOCALIZADA EM UMA CURVA, sendo a mesma de difícil visualização por parte dos motoristas, bem como dos pedestres, pois além da curva fechada, há várias placas de propaganda impedindo a visualização da área.

Diante disso, como se já não bastasse, passam vários caminhões e ônibus naquele local, outro erro, pois aonde que já se viu caminhões enormes com containers cruzarem o centro da cidade, atrapalhando mais ainda um trânsito que já é completamente caótico!

Isso é uma vergonha. Até quando a população vai ter que pagar por erros de incompetentes, os quais não tem competência alguma para elaborar um projeto viário que seja!

Quantos jovens, crianças e idosos vão ter que morrer, vitimas de acidentes de trânsito, para ser tomada uma medida coerente! A população está aguardando medidas cabíveis dos órgãos competentes, para que se faça algo em prol dos munícipes, os quais já estão cansados de sofrer por erros grosseiros de projetos mal elaborados.

Além do mais, estamos precisando de campanhas de trânsito voltadas a conscientizar os motoristas à respeitarem as faixas de pedestres mal localizadas em nossa cidade!

A TRANSFORMAÇÃO DE XANGAI (1999-2010)























Não parece, mas é o mesmo local apenas 11 anos depois.
Clique na foto para ampliar.

O BRASIL É O PAÍS DO PRESENTE



Coletado no http://www.poracaso.com/

2 de fevereiro de 2011

MORRENDO E APRENDENDO (SAMANTHA BUGLIONE)

Morrendo e aprendendo “Bardo Todol”, ou o livro tibetano dos mortos, tornou-se mais conhecido no ocidente a partir de 1927, quando de sua tradução para o inglês. Atribui-se a sua escrita a Padmasambhava, por volta do século 8 a.C. Mais do que um mero guia de auxílio sobre a morte e o morrer, o livro nos auxilia principalmente a viver.

Tudo o que foi adquirido ou acumulado será perdido. Tudo o que se fez ou deixou de fazer será contabilizado. Tudo o que nos é mais caro deixará de ser. E assim, no momento final, deixando de lado os cargos (inclusive os cargos em comissão), os títulos, o curriculum lattes, os mandatos e as aparições na TV, restarão as inarredáveis perguntas: quem sou eu? O que restou de mim?

Por isso, e também porque a ciência está longe de achar a pílula da eternidade, é que eu me pergunto: como é que alguém aprova a usina de Belo Monte ou financia outros projetos igualmente destrutivos? Como é que alguém tem a coragem de desviar dinheiro público, de furar fila ou de comer a carne de seres indefesos? Estamos todos morrendo nesse exato momento, quando células novas substituem as antigas, mas não percebemos mudanças na nossa autopercepção.

Podemos morrer no próximo instante, se um carro bater em mim ou eu for vítima de uma enxurrada (se morarmos em área de preservação permanente, aí fica até mais fácil). Apesar disso, continuamos fazendo tudo igual.

A resposta que dou a mim mesma é que velhos hábitos são difíceis de morrer. Continuamos apegados a desejos, bens e comportamentos que nos tornam escravos, mas ainda assim construímos uma bela justificativa para eles. Dinheiro, poder, prazer e aplauso são as coisas que nos movem e essa chama de vaidade vai demorar a morrer.

Como as explicações costumam nos acalmar, as que parecem se encaixar melhor para tudo que está aí são a dos espíritas e budistas. O mundo é o que é porque não aprendemos muito rápido. Vamos morrer e nascer de novo até “cair a ficha”.

Talvez por isso o mundo hoje pareça tão igual ao de séculos atrás, e o futuro não será muito diferente. Ex-governadores ladrões e empresários megalomaníacos terão que reencarnar; servidores públicos preguiçosos igualmente, e assim por diante. Estamos aplaudindo a China e ignorando o Tibete, quando deveria ser o contrário. Vivendo e aprendendo é o ditado, mas pelo visto teremos que morrer para aprender o que é “ser” humano.