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18 de março de 2013

SOBRE O SUCO DE SOJA

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A notícia abaixo é para gente que toma Suco Ades como água, achando que está mantendo um hábito saudável. Sempre desconfio de produtos enlatados com corantes, antioxidantes, emulsificantes, aromatizantes, espessantes e outros "antes".
 
Suco saudável é aquele extraído da fruta, preferencialmente fresca e ponto final.
 
Embora o problema noticiado seja relacionado ao envase de produtos de limpeza juntamente com o suco, não acredito que o consumo desse tipo de produto, a longo prazo, constitua hábito saudável.
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira no Diário Oficial da União que está suspensa a fabricação, distribuição e comercialização do suco Ades, da Unilever, em todo Brasil. A medida afeta os produtos fabricados na planta de Pouso Alegre (MG).
 
Segundo a Anvisa, a determinação ocorre por suspeita de o produto não atender às exigências legais e regulamentares da agência. Fazem parte da proibição os sucos em embalagens de 1 litro sabor abacaxi, cereais com mel, chá verde com tangerina, chá verde com limão, choclate clássico, chocolate com coco, frapê de coco, laranja, maçã, manga, maracujá, melão, morango, original, pêssego, shake morango, uva, vitamina banana, zero frapê de coco, zero laranja, zero maçã, zero original, zero pêssego, zero vitamina banana, zero uva; embalagens de 1 litro promocional (pague 900 ml, leve 1 l) sabores laranja, uva e maçã; embalagens de 1,5 litro sabores maçã, uva, laranja e original.
 
A Anvisa afirmou que decidiu suspender todos os lotes de todos os sabores até que tenha mais informações sobre a verdadeira extensão do problema. A agência tem programada para esta segunda-feira inspeção sanitária na fábrica da empresa. Um dos objetivos da visita será verificar a se a falha identificada pela empresa foi solucionada.
 
Caso seja verificado que o problema tenha sido resolvido e que não atingiu outros lotes e sabores, os produtos poderão ser liberados pela Anvisa. Na semana passada, a Unilever divulgou comunicado informando um problema em 96 unidades do produto Ades Maçã 1,5l. De acordo com a empresa, o lote com as iniciais AGB 25, fabricado em 25 de fevereiro de 2013, está inapropriado para consumo, pois uma falha no processo de higienização resultou no “envase de embalagens com produto de limpeza”. Sobre a decisão desta segunda da Anvisa, a empresa ainda não se pronunciou.
 
 

22 de fevereiro de 2013

2 de novembro de 2012

SUICÍDIOS EM BLUMENAU E REGIÃO

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No último dia 12 de Outubro, o jornalista Luis Nassif postou em seu blog  artigo destacando o número de 90 suicídios apurados entre os meses de janeiro e agosto de 2012.
 
Segundo a OMS, o número de suicídios considerado normal é de 4 para cada 100 mil habitantes, o que assusta quando se compara com os números apurados em Blumenau (município com 250 mil habitantes).
 
Nessa mesma linha, soube oficiosamente (pois não há divulgação oficial) que a minha cidade (Jaraguá do Sul - SC), localizada a aproximadamente 60km de Blumenau e com população de aproximadamente 150 mil habitantes,  apresentou 20 casos de suicídio entre os meses de janeiro e setembro de 2012, um número significativamente menor do que Blumenau, mas além da taxa de "normalidade".
 
Apesar de ser uma região desenvolvida e rica, o excessivo apego material, o uso excessivo de drogas lícitas e ilícitas e a pressão para a obtenção do sucesso como pressuposto para a aceitação social, podem ser fatores importantes para a formação dessa estatística.
 
Quando leio assuntos dessa natureza, sempre me recordo do pensamento de um Poeta Português, que dizia o seguinte: "Todo suicída quer ser encontrado, vivo ou morto!"
 

4 de setembro de 2012

YOGA E MEDITAÇÃO PARA "LIBERTAR" PRESOS

Condenado a quatro anos em regime fechado, acusado de roubo, o mineiro Manoel Fagundes, de 45 anos, diz que viu uma porta se abrir diante dele no Presídio Evaristo de Moraes, em São Cristóvão, onde está preso há um ano e seis meses. As grades que cercam o lugar continuam bem trancadas e, segundo Manoel, essa experiência só foi possível graças aos cursos de meditação e ioga oferecidos dentro da casa de detenção, semanalmente, para cerca de 40 internos. As aulas fazem parte do projeto voluntário Prision Smart, criado pela Fundação Arte de Viver, voltado para a reabilitação de presos.
 
Cerca de 400 detentos já foram beneficiados pelo programa no Evaristo de Moraes que, por enquanto, é a única cadeia do estado do Rio de Janeiro a ter esse tipo de atividade.
 
Fundada há 30 anos, presente em 156 países e há dez anos no Brasil, a Arte de Viver oferece cursos de fortalecimento individual e ensina técnicas de respiração que ajudam os internos a eliminar emoções negativas. As aulas têm o mesmo conteúdo dos cursos realizados fora da prisão. Na cadeia o objetivo é o mesmo e, segundo Manoel, quando medita o preso consegue sentir amor, fé e esperança, sentimentos que ajudam os detentos a conviver com a privação de liberdade.
 
- Os presos aprendem técnicas de limpeza, esvaziam a mente. Ensinamos a sudarshan kriya, uma técnica de respiração que funciona como uma ação purificadora, traz a visão clara e ajuda a eliminar toxinas. É uma limpeza em nível celular - diz a advogada Carolina Jourdan, que dá aulas para os presos e integra a Arte de Viver, fundada pelo líder espiritual indiano Sri Sri Ravi Shankar, que está em visita ao Brasil.
 
Segundo ela, as mudanças de comportamento são visíveis:
 
- Você vê que a transformação é verdadeira, não tem como dissimular. Eles são muito sinceros, não têm máscaras.
 
- É como um espelho que está sendo limpo, um fenômeno mágico - diz o interno, que alega segredo de Justiça para não dar detalhes sobre sua condenação, mas não esconde a satisfação ao tentar mudar o seu destino. - Estou aprendendo a viver o presente. A gente fica preso ao passado, às angústias e, com a meditação, afloram muitas sensações. Costumo dizer que médicos dão remédios para curar os males do corpo e, para curar conflitos sociais e jurídicos, levam para a casa de detenção. Mas ainda não há um tratamento para isso, é preciso pensar nisso, se antecipar, oferecer tratamento psicológico para quem está no presídio.
 
Há 26 anos vivendo no sistema carcerário, com passagens por unidades que já foram desativadas e até demolidas, como o presídio da Frei Caneca, Cristiano José da Silva perdeu a liberdade aos 23 anos. Hoje, aos 49, faz uma análise fria da cadeia: segundo ele, o modelo tradicional de detenção no país não é capaz de recuperar os internos.
 
- Nunca tinha visto nada que levasse bem-estar ao preso. Eram só brigas e mortes. Vi algumas rebeliões. Mas, graças a Deus, a Arte de Viver me trouxe uma paz inexplicável. Sinto mais amor hoje em dia - diz Cristiano, que foi condenado a 68 anos de prisão por assalto, tráfico e homicídio e, para se reencontrar, teve que passar por um processo de desintoxicação pessoal. - Tivemos uma aula muito intensa, falei durante cinco minutos sobre mim mesmo, não estava preparado, não sabia controlar minha respiração. No dia seguinte não consegui sair da cela, senti náusea, tive diarreia, fiquei deitado durante dois dias. Depois eu soube que isso já ocorreu com outras pessoas.
 
Os detentos que fazem o curso de meditação são orientados a passar uma semana em silêncio e usam uma plaquinha no peito, indicando que não podem falar. A tarefa é complicada porque os companheiros de cela ficam curiosos, mas tentam colaborar.
 
Fonte: O Globo

3 de setembro de 2012

SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DO DIREITO DE MORRER

A resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que permite aos pacientes dizer não à sobrevida artificial em casos de doenças crônicas e terminais esbarra na falta de um respaldo legal. Apesar de terem entrado em vigor ontem, as diretivas antecipadas de vontade foram entendidas por especialistas no tema como o pontapé para que o Congresso Nacional legisle sobre o assunto.
 
O deputado federal Hugo Leal (PSC-RJ), autor do único projeto de lei sobre o assunto na Câmara, espera que o texto, parado desde 2009 na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, ganhe força para voltar ao fluxo de tramitação. “A decisão do CFM é válida, mas falta uma marco regulatório”, defende. A expectativa de Leal é de que o tema entre em discussão e se aperfeiçoe. Uma das alterações sugeridas por ele é a criação de um modelo de manifestação da vontade com abrangência maior que a do prontuário — como ficou definido na resolução do CFM. “Pode ser o mesmo formato da doação de órgãos, com planejamento semelhante. Atualmente, essa opção fica registrada na carteira de identidade. Poderíamos adotar o método e deixar explícito o cuidado que a pessoa quer”, defende. O parlamentar, porém, reconhece que o procedimento é complicado e, por isso, merece uma discussão.
 
Fonte: Correio Braziliense

1 de fevereiro de 2012

MC DONALD´S UTILIZA HIDRÓXIDO DE AMÔNIA EM SEUS PRODUTOS

Após o chefe de cozinha e ativista Jamie Oliver descobrir e divulgar em seu programa de TV – que a rede McDonald’s utiliza hidróxido de amônio para converter sobras de carne gordurosas em recheio para seus hambúrgueres nos Estados Unidos, a marca anunciou que mudará a receita, segundo informações do jornal Mail Online. 

“Estamos comendo um produto que deveria ser vendido como a carne mais barata para cachorros e, após esse processo, dão o produto para humanos”, disse Oliver. “Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne com amônio na boca de suas crianças?”, questiona.


SIGNIFICADO DE HIDRÓXIDO DE AMÔNIO

O hidróxido de amônio, de fórmula química NH4OH é uma base solúvel e fraca, só existe em solução aquosa quando faz-se o borbulhamento de amônia (NH3) em água.

Resumo de riscos: Nocivo quando ingerido, inalado e absorvido pela pele. Extremamente irritante para mucosas, sistema respiratório superior, olhos e pele.

Efeitos agudos: A inalação pode causar dificuldades na vítima como consequência: espasmos, inflamação e edema de garganta, pneumonia química e edema pulmonar.

Efeitos crônicos: A exposição repetida ao produto pode causar tosse, respiração ruidosa e ofegante, laringite, dor de cabeça, náusea, vômito e dor abdominal.

Órgãos afetados: Estômago e pulmões.

 
 
COMENTÁRIO: Aquilo que muitas pessoas não teriam coragem de fazer em seus próprios nomes, acabam fazendo "escondidas" em nome de grandes corporações.

6 de setembro de 2011

DENTISTAS NÃO PODEM APLICAR BOTOX

Desde ontem (5) dentistas estão proibidos de usar a toxina botulínica - mais conhecida como botox - e o ácido hialurônico, aplicado contra rugas, para fins estéticos. A determinação é do Conselho Federal de Odontologia, publicado na sexta-feira (2) no Diário Oficial da União.

De acordo com a resolução, os dentistas podem usar a toxina somente em casos terapêuticos. O ácido está proibido em qualquer tipo de tratamento.

O CFO argumenta que o preenchimento facial ou labial para correção estética não é atividade de cirurgião-dentista. Outro argumento é a falta de estudos sobre a segurança do uso dessas substâncias em tratamentos odontológicos.

"A literatura até o momento não oferece condições seguras de utilização destas substâncias e há falta de evidência científica na área odontológica", diz a resolução.

Segundo o código de ética da categoria odontológica, constitui infração quando o dentista oferece tratamento ao qual não tem capacitação ou executa, mesmo que em um hospital, cirurgia fora do âmbito da odontologia.

19 de dezembro de 2010

AGORA É A VEZ DO OXI TOMAR AS RUAS JUNTO COM O CRACK



O vídeo acima é apenas um de uma séria disponível no youtube. O Oxi vem descendo pelo Brasil e já foi objeto de apreensão no Paraná.

É um pouco mais barato que o Crack, mas exige maior frequência de doses por parte do viciado. É refinado com cal virgem e querosene, provocando danos muito sérios nos pulmões e no cérebro.















No aspecto, a pedra é mais amarelada que a pedra do crack.

2 de dezembro de 2010

AIDS AUMENTA ENTRE JONVENS DE 17 A 20 ANOS

O Ministério da Saúde informou ontem que, mesmo com campanhas de prevenção, está ocorrendo aumento gradual dos casos de Aids entre os jovens brasileiros. Na faixa de 17 a 20 anos, o número de jovens com HIV aumentou de 0,09% para 0,12% em cinco anos.

De acordo com o boletim epidemiológico de 2010, existem 592.914 mil casos notificados de Aids no país. Desses, 65,1% atingem a população masculina, contra 24,9% do sexo feminino. Nos últimos 30 anos, 229.222 brasileiros já morreram vítimas da doença.

AIDS não tem rostinho feio ou bonito. Cuidem-se!

22 de novembro de 2010

NAS LETRAS MIÚDAS...

Você lê atentamente o manual do usuário contra compra um telefone celular?

Eu não lia, até que soube que, em letras miúdas, constam avisos importantes sobre a emissão de radiação.

A Apple, por exemplo, não quer que seus iPhones fiquem a menos de 1,59 centímetro da cabeça dos usuários. A Research In Motion, que fabrica o BlackBerry, é ainda mais cuidadosa: orienta os consumidores a deixar uma distância de cerca de 2,5 centímetros entre seus corpos e os smartphones.

A unidade para medir a exposição à radiofrequência é chamada “taxa de absorção específica”, ou SAR, na sigla em inglês. A FCC (órgão que regula as telecomunicações nos Estados Unidos) determina que a SAR emitida pelos telefones não pode ultrapassar 1,6 watt por quilo.

Um estudo analisado por Henry Lai, da Universidade de Washington, indica que ratos expostos a índices de SAR entre 0,0006 e 0,06 watt por quilo apresentaram perda de memória. “Eu não esperava ver tais efeitos em níveis tão baixos”, afirma o professor.

(Com informações do Jornal Gazeta do Povo de Curitiba).

23 de outubro de 2010

CRACK NA LATINHA



Foi-se o tempo que uma latinha de cerveja ou refrigerante era apenas um recipiente de bebida.

Atualmente, quem caminha pelas ciclovias de Jaraguá do Sul ou passa às margens do Rio Itapocú, frequentemente encontra latinhas amassadas pela metade com um furo queimado no centro.

A latinha virou o cachimbo do "crackeiro" de hoje, que tanto perigo traz para si, seus familiares e para a sociedade de forma geral.

A polícia local faz o que pode, mas o problema é muito maior do que a capacidade. As campanhas de conscientização surtem algum efeito, porém, a onda do crack ainda assim se alastra cada dia mais.

No último domingo encontrei 2 homens e 1 mulher fumando crack na latinha às 11h00min na ciclovia, com a claridade do sol no rosto para todos.

Não há mais medo ou qualquer tipo de receio de repressão. Quem fuma crack não tem mais nada a perder, e esse é um grande problema de todos nós.

29 de setembro de 2010

STJ DECIDE - PLANO DE SAÚDE NÃO PODE RESCINDIR CONTRATO COM CONSUMIDOR EM RAZÃO DE ALTA SINISTRALIDADE

A 3ª Turma do STJ decidiu que é ilegítima a rescisão de plano de saúde em razão da alta sinistralidade do contrato, caracterizada pela idade avançada dos segurados. O entendimento foi unânime. O caso envolve um grupo de associados da Associação Paulista de Medicina (APM) e a SulAmérica Seguro Saúde S/A.

Os associados alegam que a APM enviou-lhes uma correspondência avisando que a SulAmérica não renovaria as suas apólices coletivas por causa da alta sinistralidade do grupo, decorrente de maior concentração dos segurados nas faixas etárias mais avançadas. Informou, ainda, que eles deveriam aderir à nova apólice de seguro, que prevê aumento de 100%, sob pena de extinção da apólice anterior.

No recurso especial enviado ao STJ, os associados pedriam que a seguradora mantenha a prestação dos serviços de assistência médica. Postularam, assim, a anulação da decisão do tribunal paulista que entendeu que o aumento da mensalidade não ocorreu por causa da rescisão do contrato ou de qualquer outro ato, mas pela constatação de que o contrato do plano de saúde foi extinto pela perda de suas obrigações e do equilíbrio entre as prestações.

Quanto à legitimidade da rescisão do contrato, a ministra destacou que o consumidor que atingiu a idade de 60 anos, quer seja antes da vigência do Estatuto do Idoso, quer seja a partir de sua vigência, em janeiro de 2004, está sempre amparado contra a abusividade de reajustes das mensalidades dos planos de saúde com base exclusivamente na alta sinistralidade da apólice, decorrente da faixa etária dos segurados.

(REsp nº 1106557 - Fonte: Espaço Vital).



8 de abril de 2010

VACINAÇÃO CONTRA H1N1 - VERDADES E MENTIRAS

Muitas informações truncadas, boataria e mitos estão envolvendo a campanha de vacinação contra o vírus da gripe H1N.

BOATOS E VERDADES:

BOATO: (...) sobre NÃO tomar essa vacina assassina que estão querendo que seja compulsória acho que é Tamiflu.

INFORMAÇÃO CORRETA: Tamiflu é o nome do remédio utilizado após a instalação da doença, e não o nome da vacina.

BOATO: A vacinação em massa está programada para o início do Outono aí pra voces.. Aconteça o que acontecer NÃO tome! Ela será tripla.

INFORMAÇÃO CORRETA: A vacinação está sendo feita em apenas uma etapa. Para crianças que têm entre seis meses e dois anos de idade incompletos (23 meses) será dada meia dose e depois de 21 dias a segunda metade.

BOATO: E segundo as pessoas que estão trabalhando arduamente para impedir este genocídio em massa do planeta, ela tem mercúrio e oleo de esqualeno, que são altamente tóxicos.

INFORMAÇÃO CORRETA: De fato, mercúrio é uma substância tóxica. Segundo o diretor de ensaios clínicos do Instituto Butantan, Alexander Roberto Precioso, contudo, “a quantidade de mercúrio que tem nessa vacina é muito pequena e considerada não prejudicial à saúde das pessoas”. A informação foi dada em entrevista ao Jornal Nacional.

Em relação ao esqualeno, o Ministério da Saúde afirma que a substância não faz mal à saúde. “[O esqualeno] é retirado do fígado do tubarão e assemelhados. Trata-se de um supercomplemento alimentar, assim como o óleo de fígado de bacalhau e a emulsão de Scott”, disse o ministério.

BOATO: Aqui no Rio o Butantã já comprou a maldita (...)

INFORMAÇÃO CORRETA: O Instituto Butantan é ligado à Secretaria da Saúde de São Paulo, e não mantém nenhuma instalação no Rio de Janeiro.

BOATO: (...) tentativa de assassinato em massa das populações do planeta através de vacinação compulsória (...)

INFORMAÇÃO CORRETA: No Brasil, assim como em vários outros países, a vacinação é opcional, e ninguém é obrigado a se imunizar.

BOATO: (...) a venda de uma vacina que nem testada foi.

INFORMAÇÃO CORRETA: Segundo o Ministério da Saúde, a nova vacina foi desenvolvida com base na vacina comum contra a gripe. A diferença seria apenas o vírus utilizado.

18 de julho de 2009

ARGENTINA DECRETA ALERTA SANITÁRIO

A Argentina declarou ontem (17) um alerta sanitário após ter sido detectado o vírus da gripe A H1N1 em porcos da província de Buenos Aires.

Segundo resolução publicada do governo, a declaração de alerta “fortalece as medidas de controle, diagnóstico, prevenção e vigilância no país”.

O país da América do Sul já registrou 137 mortes pela doença, ocupando o segundo lugar na lista mundial de nações com mais mortes relacionadas ao vírus.

A resolução oficial afirma que existem antecedentes da transmissão da doença de humanos a suínos e também estabelece restrições em um raio de 3 quilômetros para conter a expansão do vírus nos pontos suspeitos, como na província de Buenos Aires com casos da gripe em porcos.

Será que não deveria haver maior controle ou mesmo restrição, mesmo que temporária, nas fronteiras terrestres e nos aeroportos, como medida de contenção do avanço da doença até a finalização desse inverno?

26 de maio de 2009

PLANO DE SAÚDE NÃO PODE LIMITAR VALOR DO TRATAMENTO

Segundo decisão do Superior Tribunal de Justiça, as operadoras de saúde estão proibidas de restringir o custo de internações ou limitar valor de tratamento.

A decisão, dada em um processo iniciado em 1996, abre precedente e pode beneficiar usuários dos chamados planos antigos, que foram contratados antes de 1º de janeiro de 1999. Mas é preciso que o consumidor entre na Justiça para também ser beneficiado.

Até essa data, a legislação não proibia os planos de estabelecer restrição de tempo ou de valor de tratamentos e internações. Já na nova lei, seguida pelos contratos firmados a partir de janeiro de 1999, os planos não podem ter cláusula de restrição de tempo ou valor de tratamento. Hoje, cerca de 11,7 milhões de pessoas mantêm contratos de planos antigos.

Em 2004, o STJ já havia estabelecido como abusiva a cláusula de contrato que limita o tempo de internação, com a edição da súmula 302.

Com a nova decisão, a 4ª Turma do tribunal entendeu que o valor do tratamento ou da internação também não podem ser limitados em contrato.

"Da mesma forma que não tem lógica determinar contratualmente o prazo de recuperação de um paciente, não se pode limitar o custo do tratamento médico-hospitalar", afirmou o relator do caso no STJ, ministro Aldir Passarinho Júnior, em seu voto.

Fonte: www.noblat.com.br

19 de maio de 2009

O ÓPIO É A RELIGIÃO DO POVO (LELÊ TELES)

O crack é a nossa mais preocupante epidemia. E é uma droga apocalíptica que desencadeia uma série de patologias que criam agudas necroses sociais, inclusive, a mais aguda delas, é a desintegração completa e irreversível das famílias, chegando ao cúmulo de pai matar filho, filho matar mãe, neto matar avô... do jeito que tá na Bíblia.
Há em alguns estados, como em Sergipe e em São Paulo, governos anunciando uma frente para eliminar o crack.
Quero ver quem será o craque que vai fazer tão idiossincrática firula. Vão tirar o crack e trocá-lo pelo quê?
Os caras continuam com a velha e batida lógica de agir contra o efeito e nunca contra causa.
Enquanto os filhos se divertem no shopping, vão ao cinema, se banham na piscina do condomínio e comem na praça de alimentação, os doutores, entre uma dose e outra de scotch, discutem como afastar as drogas das periferias. Mas nunca pensam em como afastar as periferias das drogas.
Veja você. O que ninguém imagina é que os filhos dos que não podem ir ao shopping e patinar numa pista de gelo, que não tem montanha russa e bungee jumping pra descarregar adrenalina - que tem apenas uma poça de lama ou de esgoto a céu aberto como piscina, usam o crack como um lenitivo.
O que os tomadores de scotch não podem esquecer é que até mesmo eles que tem acesso a cargos públicos, e das benesses que vem junto, precisam se drogar com suas doses de scotch ao final do expediente.
O estado se faz presente nas periferias edificando hospitais e delegacias. O diabo é que a maioria das enfermidades são conseqüências dos esgotos a céu aberto, da poeira, da falta de asfalto, da lama, do lixo amontoado de qualquer jeito, da falta de higiene; em uma palavra, da falta de políticas públicas de saúde preventiva. Mas é mais fácil construir um hospital.
Os presos são, na sua esmagadora maioria, gente sem estudo, sem emprego, sem pai ou sem a mãe, sem esperança no futuro, sem apoio de ninguém e sem acesso à droga da felicidade. Mas, é mais fácil construir presídios do que construir políticas culturais, de esporte e lazer.
Os doutores tomadores de scotch se esquecem que quando um jovem senta num beco imundo e traga um cigarro de crack ele, por alguns segundos, passeia em um lindo Shopping Center, desliza na neve, mergulha em uma montanha russa e mata a fome de tudo o que lhe falta. Ali, no beco fétido, o jovem sem amor, sem profissão e sem emprego, sem dente e sem esperança, mitiga a sua dor. E como ele não tem emprego e nem dinheiro para saciar sua diversão, a sociedade é que paga a conta.

Fonte: http://www.noblat.com.br/
Comentário: Em Jaraguá do Sul (SC) a situação não é diferente. No Centro da cidade, seja junto ao terminal rodoviário, atrás da Milium, atrás da Praça Ângelo Piazera ou mesmo em bairros como o Ana Paula, por exemplo, o tráfico de crack é praticado dia e noite.
O consumo do crack cresce vertiginosamente e está desgraçando o convívio social, gerando violência nunca antes vista e arruinando famílias inteiras (a família adoece quando tem um membro viciado em crack).
Não há vagas no Presídio para esses micro-traficantes que muitas vezes transportam as pedras dentro da boca, pois atualmente temos 291 presos para 76 vagas. O que fazer? Prender e soltar? Ir "administrando" a situação?
A verdade é que o Estado não dá mais conta e não possui recursos suficientes para uma repressão adequada a esse tipo de conduta. Presídio ou Penitenciária são obras que não geram votos e, por essa razão falta interesse político. Faltam também policiais e os que aí estão são mal pagos. Enfim, trata-se de luta inglória para uma sociedade desamparada.